Opinião

Carlos Matias

O populismo também é incendiário

O populismo insinua-se na análise das causas e das soluções para os incêndios rurais; simplifica o que é complexo, apontando uns quantos “culpados”, apregoa umas receitas de cartilha, elide os interesses em confronto e foge à definição concreta do conteúdo das “reformas” por fazer. Ora, aqui é que “bate o ponto”….

José Manuel Pureza

Uma nova respiração

Há movimento social em Portugal. A manifestação de jovens na Avenida da Liberdade contra a violência racista, a greve feminista e a greve estudantil pelo clima mostram essa nova vitalidade do movimento social, a sua criatividade propositiva e a sua determinação transformadora. E, mais que tudo, têm a força irreprimível da juventude.

Francisco Cordeiro

Vida ou lucro?

A polémica sobre a Celtejo foi-se diluindo com o tempo, mas os problemas de poluição no rio Tejo têm persistido.

O Vereador Luís Gomes do BE questionou o executivo e pediu intervenção urgente na zona conhecida pelo “zoo rural” no inicio da EN114-3 face à degradação avassaladora existente, completamente ao abandono, pondo em perigo as dezenas de crianças que diariamente ali passam como a saúde pública dos munícipes.

O Bloco de Esquerda congratula o estabelecimento do protocolo com o Centro Paroquial de Salvaterra de Magos, mas não pode deixar de registar que o executivo só propõe este protocolo de apoio para compensar esta instituição da discriminação praticada e depois da denuncia do Bloco de Esquerda.

Estamos muito preocupados com o completo abandono a que se encontra votada a vila de Salvaterra de Magos, é uma situação gritante. Queremos destacar, em concreto, o total desleixo e abandono do jardim da Praça da República, mesmo em frente ao edifício principal do município, à vista de todo o executivo socialista.

Nas últimas semanas, têm sido inúmeros os alertas dos parceiros sociais do setor da construção civil para  as condições de informalidade e de falta de segurança em que a sua atividade tem vindo a decorrer durante a pandemia da COVID-19. Na maior parte dos casos, estes trabalhadores continuam a exercer a sua actividade com total ausência de equipamentos de proteção individual e higiene (máscaras, luvas, gel desinfectante), e de garantia da distância física mínima indicada pelas autoridades de saúde, sendo obrigados a trabalhar todos os dias em condições de elevada exposição ao contágio.

A nível nacional, há mais de 8 mil trabalhadoras e trabalhadores a trabalhar nas cantinas escolares, através de empresas de restauração concessionadas, quer pelo Estado central quer pelas autarquias (no caso das escolas do 1º Ciclo).

Muitas destas pessoas estão a ser vítimas de uma vaga de despedimentos, mesmo que trabalhem há anos em funções permanentes num serviço público fundamental. O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda tinha já alertado o Governo para este problema, através de uma pergunta dirigida ao Ministério da Educação sobre "Abusos laborais nas empresas concessionárias dos refeitórios escolares" (01/04/2020), e que até ao momento ainda não obteve resposta.

Páginas