Opinião

Carlos Matias

O populismo também é incendiário

O populismo insinua-se na análise das causas e das soluções para os incêndios rurais; simplifica o que é complexo, apontando uns quantos “culpados”, apregoa umas receitas de cartilha, elide os interesses em confronto e foge à definição concreta do conteúdo das “reformas” por fazer. Ora, aqui é que “bate o ponto”….

José Manuel Pureza

Uma nova respiração

Há movimento social em Portugal. A manifestação de jovens na Avenida da Liberdade contra a violência racista, a greve feminista e a greve estudantil pelo clima mostram essa nova vitalidade do movimento social, a sua criatividade propositiva e a sua determinação transformadora. E, mais que tudo, têm a força irreprimível da juventude.

Francisco Cordeiro

Vida ou lucro?

A polémica sobre a Celtejo foi-se diluindo com o tempo, mas os problemas de poluição no rio Tejo têm persistido.

O documento que temos para análise, tem de cumprir todas as disposições legais, pelo que é um documento técnico, construído pelos técnicos da Divisão Financeira e por isso mesmo, porque conhecemos o seu rigor, a sua competência e empenho, o Relatório de Gestão e Contas de 2019, não nos suscita quaisquer dúvidas.

Tudo o que está plasmado neste documento, reflete a situação financeira e as opções politicas deste Executivo em 2019.

Dito por outras palavras, o Relatório de Gestão e Contas é o que é!

A pergunta que é urgente responder pelo Presidente da autarquia, é saber o porquê de uma escola de música sediada em Salvaterra de Magos não ter o mesmo tratamento da escola de música sediada em Marinhais? Porquê não têm ambas acesso a um edifício recente e digno para a prática do ensino de música. No caso de Marinhais foi entregue as recentes instalações do pré-escolar, porquê que em Salvaterra não é cedida a Escola do Século? Estamos a falar de um fim e uso no ensino, respeitando a natureza da sua construção.

O Bloco de Esquerda protesta veementemente perante esta decisão desequilibrada e que não protege os direitos dos passageiros, nem dos nossos munícipes. Compensações financeiras a quem não protegeu os seus trabalhadores, recorrendo ao lay-off e a despedimentos e a quem não protegeu os munícipes deste concelho, suprimindo percursos de forma aleatória e fundamentada apenas em questões financeiras, representam a má gestão patenteada por este executivo.

Considerando que nunca houve uma regulamentação do Governo, o suplemento  de insalubridade, penosidade e risco na administração local, nunca foi implementado. Há mais de vinte anos que os trabalhadores lutam pela concretização deste direito que já está previsto na lei mas nunca foi cumprido. Assim , Vem o Bloco de Esquerda promover mais uma vez essa luta pela regulamentação e implementação desta necessidade, mais ainda, agravada pelo combate à pandemia de covid-19.

As empresas do setor itinerante de diversão e restauração sofreram um grande impacto dado que todos os eventos a nível nacional (feiras, festas, romarias) decidiram pelo cancelamento como medida preventiva relativamente à propagação da pandemia. Nesse sentido o Bloco de Esquerda propôs em reunião de câmara a isenção das taxas de ocupação afetas à atividade destes setores, de forma a minorar um pouco a grave crise que todas estas microempresas familiares enfrentam, no resultado da pandemia do covid-19.

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